Alibaba processa o Pentágono após ser associada ao Exército chinês
A Alibaba processou o Departamento de Defesa dos EUA para contestar a sua inclusão na lista de empresas ligadas ao Exército chinês, alegando falta de provas e violação de direitos constitucionais.
Depois de ter sido adicionada pelo Pentágono à lista de empresas ligadas ao Exército da China, juntamente com a Baidu e a BYD, a gigante chinesa de tecnologia Alibaba processou o Departamento de Defesa dos EUA por designações como a de ser considerada uma “empresa militar chinesa”.
Escolha o ECO como fonte preferida no Google
“As determinações não têm qualquer fundamento factual ou jurídico. A Alibaba é gerida por um conselho de administração independente, cujos membros não têm qualquer ligação às forças armadas”, sublinhou a Alibaba num documento judicial apresentado na terça-feira, visto pela Reuters.
“Os produtos e serviços destinam-se aos setores do retalho, da logística e das tecnologias de informação empresariais — e não a armamento, defesa ou atividades de inteligência“, acrescentou a empresa no processo judicial.
A empresa, com sede em Hangzhou na China, argumentou que a decisão viola as garantias constitucionais de devido processo legal e o seu direito à liberdade de expressão.
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Comentários ({{ total }})
Alibaba processa o Pentágono após ser associada ao Exército chinês
{{ noCommentsLabel }}