Alibaba processa o Pentágono após ser associada ao Exército chinês

  • Tiago Martins d'Oliveira
  • 23 Junho 2026

A Alibaba processou o Departamento de Defesa dos EUA para contestar a sua inclusão na lista de empresas ligadas ao Exército chinês, alegando falta de provas e violação de direitos constitucionais.

Depois de ter sido adicionada pelo Pentágono à lista de empresas ligadas ao Exército da China, juntamente com a Baidu e a BYD, a gigante chinesa de tecnologia Alibaba processou o Departamento de Defesa dos EUA por designações como a de ser considerada uma “empresa militar chinesa”.

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As determinações não têm qualquer fundamento factual ou jurídico. A Alibaba é gerida por um conselho de administração independente, cujos membros não têm qualquer ligação às forças armadas”, sublinhou a Alibaba num documento judicial apresentado na terça-feira, visto pela Reuters.

Os produtos e serviços destinam-se aos setores do retalho, da logística e das tecnologias de informação empresariais — e não a armamento, defesa ou atividades de inteligência“, acrescentou a empresa no processo judicial.

A empresa, com sede em Hangzhou na China, argumentou que a decisão viola as garantias constitucionais de devido processo legal e o seu direito à liberdade de expressão.

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