Hospitais que fechem urgências vão ter cortes no financiamento
Medida faz parte das regras que estão a ser negociadas entre a Direção Executiva do SNS e as unidades locais de saúde (ULS) no âmbito dos contratos-programa para 2026.
Os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que não conseguirem ter os serviços de urgência sempre abertos vão ser penalizados no financiamento, segundo escreve o Público (acesso pago) na edição desta quarta-feira.
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A medida faz parte das regras que estão a ser negociadas entre a Direção Executiva do SNS e as unidades locais de saúde (ULS) no âmbito dos contratos-programa para 2026 que, à semelhança do ano passado, voltam a estar atrasados. O objetivo da nova metodologia é promover “a continuidade da disponibilidade” das urgências e a responsabilidade.
Assim, de acordo com o documento que define os termos de referência para a contratualização de cuidados de saúde no SNS para 2026, o financiamento da disponibilidade de serviço da urgência passa a ser composto por uma componente fixa (75%) e outra variável (25%). É sobre esta última que recaem eventuais penalizações.
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