Os números voltaram a disparar em 2024, depois de já terem aumentado de 2022 para 2023, de 5.727 para 6.600 coimas, devido à falta de comunicação pelo empregador.
O Governo já anunciou que vai mexer na legislação, nomeadamente no sentido de combater a segmentação do mercado de trabalho. Os partidos mais à esquerda já apresentaram o caderno de encargos, que vai muito além da diferenciação da TSU para contratos a termo certo e sem termo. Os patrões reclamam estabilidade na legislação laboral e alguns sindicatos pedem a reversão de todas as medidas do tempo da troika. Está lançado do debate.
Atualize o seu browser para ter uma melhor experiência e visualização deste site. Atualize o seu browser agora