Hoje nas notícias: Condomínios, casas e investimentos

  • ECO
  • 22 Junho 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O Governo está a criar um regime para as empresas de gestão de condomínios. Conheça esta e outras notícias em destaque na imprensa nacional esta segunda-feira.

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Governo prepara novo regime para gestão de condomínios

O Governo tem em circuito legislativo um diploma que visa regular a atividade da gestão e administração de condomínios, área que ainda permanece sem qualquer regulação. Segundo anunciou a secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa, na abertura do Congresso da Associação Nacional dos Profissionais de Administração de Condomínios (ANPAC), que se realizou na passada sexta-feira, o regime jurídico irá focar-se “na regulação, formação e capacitação das empresas do setor para o desempenho desta atividade”, sinalizando que a obrigação de uma empresa de gestão de condomínios não pode ser apenas “cumprir os mínimos olímpicos”, marcando reuniões anuais para aprovação de contas.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Governo rejeita travar venda de imóveis que podiam ter casas públicas

O Governo não vê “fundamento” para cancelar as vendas dos imóveis do Estado que foram deixados desocupados após a concentração de ministérios e serviços públicos num só espaço, apesar das críticas por parte da oposição, académicos e ativistas pelo direito à habitação, que defendem que estes edifícios, com capacidade para albergar centenas de casas, deviam ser integrados na bolsa de habitação pública. Em causa está a lista de 16 imóveis públicos destinados a venda no mercado privado, dos quais nove são edifícios em Lisboa que ficaram vazios com a concentração de ministérios, sendo que dois já foram vendidos — e por valores significativamente abaixo dos preços de mercado.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

“Existem vários investimentos à espera do melhor momento”

O CEO do Banco Português de Fomento (BPF) assume, em entrevista ao Jornal de Negócios e à Antena 1, que as guerras estão a ter impacto no investimento, admitindo que há empresários “à espera do melhor momento”. Gonçalo Regalado pede-lhes que invistam, mas reconhece que estes “não têm todos os incentivos e oportunidades para que o investimento seja prioridade”. “As empresas não podem nem devem ser caixas de depósitos. Devem ser músculos de investimento, de inovação, de exportação, de criação de emprego e de criação de valor”, sublinha. E defende: “É preciso eliminar as barreiras ao investimento, simplificar a vida dos empresários, desburocratizar muitas das relações que nós temos, que são burocratizadas em papel e em condições supletivas de documentação que deve ser digitalizada ou eliminada.”

Leia a entrevista completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Diretores defendem suspensão de aulas devido à onda de calor

O Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades (SPLIU) solicitou ao ministro da Educação, Fernando Alexandre, o término antecipado do ano letivo para os alunos de pré-escolar e do 1.º ciclo e o reagendamento dos exames nacionais do Ensino Secundário devido à onda de calor prevista para esta semana. O pedido segue medidas tomadas, por exemplo, em França e no Luxemburgo, em que as escolas fecham portas esta segunda e terça-feira. Na mesma linha, Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), pede sensibilidade ao Governo perante esta “situação anormal”: “É prejudicial, sobretudo para as crianças mais pequenas. A maioria das escolas do nosso país não estará apta a ter aulas com temperaturas elevadas. São construções antigas, a maior parte do século passado”, explicou.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

Sobre-endividamento das famílias aumenta com recurso ao crédito pessoal para pagar despesas básicas

O aumento do custo de vida aliado à crescente pressão com a habitação tem empurrado muitos portugueses para o endividamento, por verem nos créditos pessoais e nos cartões de crédito a única via para pôr comida na mesa e assegurar um teto para viver. O número médio de créditos por agregado voltou a aumentar até ao início de junho: em média, cada família sobre-endividada tem seis créditos contraídos, que compara com os cinco registados no mesmo período do ano passado, de acordo com os dados da Deco. “A habitação é ainda o grande sufoco que assume um enorme peso nos orçamentos das famílias, seja para quem tem créditos à habitação ou arrendamento”, relata a associação.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (ligação indisponível).

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