Mediação tradicional “consegue ser mais competitiva” face à bancassurance
Banca parte em vantagem na venda de seguros ligados ao crédito habitação, mas mediação tradicional mantém-se competitiva, defendeu Nuno Santos, da Diagonal. Assista aqui, na íntegra, à talk.
Na 5ª edição do Fórum Nacional de Seguros, Nuno Santos, Diretor Geral na Diagonal, analisou a relação de concorrência entre a bancassurancee a mediação tradicional na captação e retenção de clientes, na talk “Bancassurance vs. Mediação Tradicional: A guerra pela retenção de clientes”.
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“Quer a mediação tradicional, quer a bancassurance, posicionam-se como concorrentes“, começou por afirmar. Para Nuno Santos, existe uma barreira a favor da banca: “A partir do momento em que o banco tem uma ‘lead’ muito quente, é o primeiro a saber que o cliente vai comprar uma casa, tem logo a possibilidade de vender o seguro vida-risco e o multirriscos, tomando a dianteira face ao mediador.” O responsável nota ainda que a agressividade comercial varia consoante a instituição, e que os intermediários de crédito também desempenham um papel importante neste processo: “Às vezes basta dar a entender ao cliente que, se fizer tudo ali, é mais fácil aprovar o crédito. Isso deixa-o, por um lado, mais condicionado, mas por outro mais confortável, trata de tudo no mesmo sítio e segue em frente.”
Ainda assim, Nuno Santos defende que a mediação tradicional continua a ter uma vantagem competitiva junto de clientes mais informados. “Hoje em dia, os clientes já estão um pouco mais bem informados, principalmente quando compram com alguma experiência de vida, e procuram um mediador para perceber se a oferta é melhor ou não. Quando chegamos a esse ponto, a mediação tradicional dá cartas e consegue ser mais competitiva. Pelo menos na nossa experiência, conseguimos competir com os bancos.”
Veja aqui, na íntegra, a talk com Nuno Santos, Diretor Geral na Diagonal.
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