Hoje nas notícias: imigrantes, Montepio e Fundo de Resolução
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Só no ano passado o Instituto da Segurança Social contabilizou a cessação da atividade de 162.252 imigrantes que trabalhavam por conta de outrem e que não voltaram a ter registo ativo. A Associação Mutualista Montepio Geral desistiu da venda das seguradoras Lusitânia. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.
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Dispara número de imigrantes que abandona Segurança Social
O Instituto da Segurança Social (ISS) contabilizou, em 2025, a cessação da atividade de 162.252 imigrantes que trabalhavam por conta de outrem e que não voltaram a ter registo ativo, o que significa que abandonaram o país ou permanecem em território nacional, mas em situação ilegal. Estes números representam um disparo de 66% face a 2024: se há dois anos se perdiam, em média, 267 contribuintes estrangeiros por dia, a perda escalou para um ritmo diário de 455 no ano passado. Em valor absoluto, foram mais os brasileiros que desapareceram da lista de inscritos na Segurança Social — quase 60 mil em 2025, cerca de 100 mil no total dos últimos dois anos. Mas foi entre os naturais do subcontinente indiano que o êxodo deu um salto maior, com o fluxo de saída de imigrantes da Índia, Bangladesh, Paquistão e Nepal quase a triplicar no ano passado.
Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).
Montepio desiste da venda da Lusitânia
Afinal, a venda da Lusitânia Vida e da Lusitânia Seguros não vai avançar. Em março deste ano, a Associação Mutualista Montepio Geral chegou a contratar a Société Générale para encontrar opções no mercado para a venda parcial ou total das seguradoras Lusitânia, tendo chegado a receber propostas, nomeadamente da CNP Assurances, com quem esteve em negociações avançadas, mas o negócio falhou. O maior obstáculo à concretização da venda terá sido a oposição a um eventual acordo de bancassurance (venda de seguros aos balcões do banco). O processo de venda resultou, no fundo, numa mera auscultação ao mercado para aferir do valor das duas companhias.
Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).
Fundo de Resolução começa a reembolsar Estado pelo resgate do BES este ano
O Fundo de Resolução vai começar a reembolsar o Estado e os bancos pelos empréstimos que pediu para resgatar o Banco Espírito Santo (BES), em 2014, e para, nos anos seguintes, capitalizar o Novobanco. Com a venda do Novobanco aos franceses do BPCE, em abril, por 6.700 milhões de euros, a posição de quase 14% do Fundo de Resolução rendeu 907 milhões de euros, que, juntando aos dividendos recebidos anteriormente, totalizam um encaixe de 1.083 milhões de euros. O dinheiro ficou congelado nas contas do Fundo e não foi usado no imediato para reduzir o fardo da dívida, mas isto irá mudar a partir do final deste ano, em que irá ressarcir o Estado num montante “bastante expressivo”, antes de ter as respetivas taxas de juros revistas com efeitos a 1 de janeiro de 2027.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
Brisa interessada na futura concessão das travessias do Tejo
O CEO da Brisa admite que a futura concessão das travessias do Tejo, que está nas mãos da Lusoponte até 2030, é um dos alvos de interesse do grupo que lidera. “A concessão da Lusoponte é uma possibilidade que estamos a estudar, em parceria, porque tem uma componente de construção muito grande”, afirmou António Pires de Lima, à margem do congresso dos 25 anos da Associação Portuguesa de Concessionárias de Autoestradas e Pontes (APCAP). Apesar de salientar que a Brisa ainda não tomou nenhuma decisão, o responsável adiantou que estão “a trabalhar na possibilidade de [formar] um consórcio que tenha outros parceiros com competências diferentes daquelas que a Brisa tem, porque a Brisa não é uma construtora”.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).
Blindados: Governo quer criar empresa com privados
Num almoço organizado pelo International Club of Portugal, o ministro da Defesa, Nuno Melo, reiterou que Portugal vai produzir veículos blindados de médio porte, atraindo “uma das top 3 das indústrias globais”, num “modelo que há de ser próximo do da OGMA” — uma empresa dedicada ao fornecimento de serviços de manutenção e fabrico de estruturas aéreas, onde o Estado (através da Portugal Defence) detém uma participação minoritária de 35%. A intenção do Governo é criar uma empresa de raiz que tenha como estrutura acionista um parceiro internacional, de forte cariz tecnológico, para a construção dos blindados de médio porte, com o Estado como acionista minoritário. O objetivo é não apenas equipar o Exército português, como vir a exportar o equipamento fabricado em Portugal.
Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).
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