Hoje nas notícias: sondagens, Gandra d’Almeida e Nuno Melo
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Um ano após as últimas legislativas, os socialistas lideram o barómetro da Aximage com 33,4% das intenções de voto, enquanto a coligação de Governo cai para terceiro lugar, com 23,2%, embora em empate técnico com o Chega (23,5%). Na sondagem da Intercampus, dois terços dos inquiridos dizem que este Executivo é pior do que imaginaram quando a AD venceu as últimas legislativas. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.
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Barómetro Aximage: PS abre dez pontos de vantagem e AD cai para terceira força
Um ano depois das eleições legislativas de maio de 2025, o PS está a liderar o barómetro da Aximage por uma margem de quase dez pontos, recolhendo 33,4% das intenções de voto dos inquiridos, já com a distribuição dos indecisos, enquanto a AD cai mesmo para o terceiro lugar, com 23,2%, embora em empate técnico com o Chega, que obteve 23,5%. A liderança do PS ultrapassa, inclusive, a margem de erro da sondagem (4,4%). Seguem-se a Iniciativa Liberal (6,3%) e o Livre (4,7%), ao passo que os restantes partidos permanecem abaixo dos 3%.
Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)
Barómetro Intercampus: Governo desilude e Ventura é visto como líder da oposição
Dois terços (65,7%) dos inquiridos no barómetro da Intercampus dissem-se desiludidos com o atual Governo, considerando-o pior do que imaginaram quando a AD venceu as últimas eleições legislativas, em maio do ano passado. Aqueles que, pelo contrário, dizem que este Executivo está a superar as suas expectativas são apenas um quarto dos inquiridos (25,9%). A mesma sondagem mostra que André Ventura, por sua vez, continua a ser visto como o verdadeiro líder da oposição em Portugal por uma maioria clara de inquiridos (48,8%), mantendo a superioridade sobre José Luís Carneiro (31,2%). Ainda assim, o secretário-geral do PS já reduziu de 30 para 18 pontos a desvantagem para o líder do Chega em relação ao barómetro anterior, quando a pergunta é sobre quem é o verdadeiro líder da oposição.
Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)
Gandra tentou anular parte da inspeção da IGAS dizendo-se vítima de animosidade de funcionária
António Gandra d’Almeida tentou anular partes do relatório preliminar da ação inspetiva da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) de que foi alvo, alegando estar a ser vítima da animosidade de um dos membros daquele organismo. No contraditório apresentado pelos seus advogados, o ex-diretor executivo do SNS põe em causa a isenção de uma das inspetoras por se tratar da mesma pessoa cujo currículo se terá negado a analisar para efeitos de reforço da equipa da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS). A defesa de Gandra d’Almeida diz que este declinou tal pedido por a inspetora em causa “não possuir o perfil adequado e necessário ao exercício de funções naquela Direção Executiva”.
Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)
“Não quero passar 30 anos em comissões de inquérito”, diz Nuno Melo. Compras de 5,8 mil milhões já estão decididas
Portugal já decidiu onde vai gastar os 5,8 mil milhões de euros dos empréstimos do SAFE (sigla inglesa para o Instrumento de Ação para a Segurança da Europa), mas a informação só deve ser divulgada no próximo mês. Em entrevista ao Expresso, o ministro da Defesa diz que quer “aproveitar esta oportunidade de investimento e melhorar uma condição necessária para as Forças Armadas”. Ao mesmo tempo, quer assegurar que, no que diz respeito à divulgação dos contratos, “tudo é transparente e dito no momento certo”. “Não tenho qualquer intenção de passar os próximos 30 anos em comissões de inquérito”, afirma Nuno Melo, apontando que se segue agora a aprovação de uma resolução em Conselho de Ministros que cria a estrutura de governance, de auditing e todo o mecanismo de fiscalização até ao final do ciclo de vida de cada equipamento.
Leia a entrevista completa no Expresso (acesso pago)
Juiz Ivo Rosa: “Ninguém pode ficar descansado, quando a independência judicial é posta em causa”
O juiz que arrasou a acusação do Ministério Público na Operação Marquês considera que houve perseguição e que foram ultrapassados os limites do Estado de direito ao ter sido alvo de oito inquéritos-crime após ter proferido a decisão instrutória do caso que envolve José Sócrates. “Há um órgão do Estado que pratica atos que ninguém pode sindicar”, alerta Ivo Rosa, em entrevista ao Expresso. O magistrado diz desconhecer “que isto alguma vez tenha acontecido na democracia portuguesa” e revela que, na semana passada, enviou uma carta de 42 páginas ao Presidente da República e ao presidente da Assembleia da República a expor os detalhes dos oito inquéritos-crime e a apelar para que se pronunciem sobre o assunto.
Leia a entrevista completa no Expresso (acesso pago)
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