Hoje nas notícias: Catroga, Novo Banco e expropriações
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Já são conhecidas as empresas contratadas pela Parpública para ajudar a reprivatizar a Efacec. Ainda esta sexta-feira, Bagão Félix comenta o assunto do momento, afirmando que “este Novo Banco é tão mau ou pior do que o velho”. Na Justiça, destaque ainda para a entrevista de Eduardo Catroga, que afirma que os acionistas da EDP sabem que as acusações contra António Mexia “não têm fundamento”.
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Acionistas sabem que as acusações contra Mexia “não têm fundamento”, diz Catroga
Eduardo Catroga, que representa a China Three Gorges, no Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da EDP, tem “esperança que o poder judicial” venha a derrotar os processos contra a elétrica, nomeadamente contra António Mexia e Manso Neto. Diz que os acionistas da empresa sabem que as acusações “não têm fundamento”. Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago)
Parpública contrata Haitong, SRS e EY para ajudar a vender Efacec
O Haitong Bank, a sociedade de advogados SRS e a consultora EY são as três entidades escolhidas pela Parpública para a reprivatização da Efacec que deverá acontecer até ao final do ano. O Haitong foi escolhido para assessor financeiro, mas o contrato ainda não foi assinado. Por sua vez, a SRS será o assessor jurídico, enquanto a EY atuará como consultora, determinando o valor da indemnização que o Estado irá pagar pela nacionalização. Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago)
“Este Novo Banco é tão mau ou pior do que o velho banco”, diz Bagão Félix
O antigo ministro das Finanças comenta o caso do momento, que envolve a venda de milhares de imóveis pelo Novo Banco a um fundo das ilhas Caimão. António Bagão Félix afirma que “este Novo Banco é tão mau ou pior do que o velho banco”, diz. O Governo deu ordens esta quinta-feira para que o banco trave todas as eventuais operações de venda de ativos enquanto não é conhecida a versão final da auditoria da Deloitte. Leia a notícia completa no Jornal I (link indisponível)

Expropriações facilitadas nas obras do plano de retoma
O Governo quer agilizar os processos de expropriação necessários aos investimentos públicos previstos para relançar a economia. Declaração de utilidade pública, logo seguida de posse administrativa e, só depois, por acordo com o proprietário ou por determinação do tribunal, será fixado e pago o valor da justa indemnização. É assim que vai passar a acontecer o processo simplificado. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

Ex-deputado terá recebido 225.000 euros para influenciar autarcas
O ex-deputado social-democrata Agostinho Branquinho está a ser acusado pelo Ministério Público, juntamente com outros nove arguidos de ter recebido 225.000 euros euros para influenciar o antigo presidente da Câmara de Valongo e dois vereadores do PSD. A ideia era que Branquinho os convencesse a ignorar e violar normas urbanísticas no processo de licenciamento e construção do Hospital de São Martinho. Leia a notícia completa no Público (acesso pago)
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