Marcelo: “Somos como um só, por Portugal”
Marcelo Rebelo de Sousa afirma que esta é uma hora de dor, mas é preciso guardar as interrogações e concentrar as atenções no essencial.
Marcelo Rebelo de Sousa afirmou, numa comunicação ao país, que esta é uma hora de dor, mas de combate, de realojamento e de reconstrução. “Somos como um só, por Portugal”. Numa intervenção de poucos minutos, a partir de Belém, o Presidente da República afirma que “tantas dezenas de mortes representam uma tragédia quase sem precedente na história do Portugal democrático”.”
Escolha o ECO como fonte preferida no Google
“É hora de dor, mas de combate, de resistência, de ânimo renovado e redobrado”, insistiu Marcelo, para, depois, sublinhar o papel de bombeiros, INEM, forças de segurança, autarquias locais, entre outros. “Com eles estarei de novo nos próximos dias”, acrescentou.
“Nesta hora há também interrogações e sentimentos que não podem deixar de nos angustiar”, disse Marcelo, sem nunca voltar a repetir a frase que tinha dito sábado à noite, segundo a qual ‘tinha sido feito tudo o que era possível. “A começar por sentimento de acrescida injustiça, porque a tragédia atingiu aqueles portugueses de quem menos se fala, de um país rural, isolado, com populações dispersas, mais idosas, mais difíceis de contactar, de proteger e de salvar”.
Guardemos, contudo, estes e outros sentimentos que legitimamente nos sobressaltam, inconformistas que somos no mais fundo do nosso coração”. Concentremos agora a nossa vontade no essencial, prosseguir o combate em curso, afirmou o Presidente.
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.
Comentários ({{ total }})
Marcelo: “Somos como um só, por Portugal”
{{ noCommentsLabel }}